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18 março 2006


Em sua relação de filmes notáveis, publicada no Reduto do Comodoro, o cineasta paulista Carlos Reichenbach incluiu O rei dos mágicos (The geisha boy, 1958), de Frank Tashlin, com Jerry Lewis, pela subversão patrocinada na comediografia americana, pelo non sense que a permeia (basta dizer que um japonês gigantesco cai numa piscina em Tóquio e faz inundar toda a cidade). Tashlin, diretor genial, ensinou muito a Lewis, quando, em meados da década de 50, começou a dirigir os seus filmes. O comediante sempre gosta de afirmar que Tashlin foi, para ele, um professor. Mas se nas comédias de Tashlin há uma subversão do gag, nos filmes dirigidos por Lewis esta subversão chega a um grau de exaustão.

Um comentário:

Marcelo Miranda disse...

Olá, Setaro. Fora deste tópico, comento que seu escrito sobre "Jade" muito me instigou a conhecer o filme, dos poucos do Friedkin que não vi. Nem sei dizer o porquê, acho que nunca fui atraído por ele (sabe aquele típico filme que a gente vê na prateleira da locadora, mas nunca dá trela? Pois é...). Mesmo com a janela errada, vou topar assistir e depois comentar. Abraços!